A posição dos números – Parte 2

78_argentina_italia

Sistemas de numeração diferentes

Se na primeira parte da série contamos um pouco da história da numeração nas camisas e do desenvolvimento dos tradicionalíssimos sistemas de numeração posicionais ao redor do mundo, onde cada titular recebia uma camisa de 1 a 11 de acordo com sua posição em campo, também houve sistemas alternativos ao longo da história. Vamos descobrir, por exemplo, o que tem de curioso nos números do jogo acima (muita gente sabe a resposta para a Argentina, mas poucos pensam no caso da Itália). E é justamente isso que reservamos na parte 2 desta nossa série. Confira na sequência.

Sistemas curiosos

Como dito na primeira parte da série, quando a Copa do Mundo instituiu a numeração fixa em 1954, ela se tornou um momento de exceção em que não era usado o sistema posicional de numeração. Enquanto a maioria dos países (Brasil incluso) foi pela saída mais simples, de numerar de 1 a 11 quem se achava que seria titular antes do início do torneio e depois numerar os reservas sem muito rigor, alguns países buscaram outras formas de lidar com isso, chegando a sistemas curiosos.

Ordem alfabética

De longe o sistema não-posicional que ganhou mais fama, por ter sido usado por grandes times, como a Holanda de 1974, e até por uma campeã mundial, a Argentina de 1978. Consistia em simplesmente numerar o time por ordem alfabética dos sobrenomes dos jogadores, o que levava a que alguns jogadores de linha usassem a camisa 1 e goleiros usassem números tradicionalmente de jogadores de linha (trataremos de exceções mais abaixo). Na final de 1978, por exemplo, os goleiros usavam a 5 de um lado (Fillol pela Argentina) e a 8 do outro (Jongbloed pela Holanda, mas por outro motivo que também veremos em breve).

Esses são os exemplos mais consagrados da prática, mas outros países a usaram antes e depois. Por exemplo, a honra de ter usado a 1 na linha pela primeira vez cabe ao chileno Pedro Araya em 1966. E se nenhum goleiro já marcou gol em Copa, a camisa 1 já marcou, com o meia argentino Osvaldo Ardiles em 1982, contra a Hungria. Além disso, o sistema alfabético podia ser usado em paralelo a outro sistema, como o próximo.

Blocos de posições

Essa já foi usada desde 1954, inclusive pelos donos da casa. Consistia em dividir os jogadores por posição, titular ou reserva, e aplicar os números nessa ordem. Pegando o exemplo da própria Suíça em 1954, havia três goleiros, logo camisas 1 a 3 para eles; os quatro números seguintes (4-7) eram para os quatro defensores (não estranhe a pequena quantidade de defensores, a Suíça ainda jogava no 2-3-5); os próximo sete (8-14) eram para os sete meio-campistas; já os oito finais (15-22) era para os atacantes.

Dentro dos blocos, a Suíça ainda numerava os atletas em ordem alfabética, o que não foi feito por todos os países que usaram este sistema (tiveram vários ao longo da história). Além disso, o que era tido como um bloco podia variar: para a Espanha de 1962, havia só dois blocos, goleiros e jogadores de linha (estes em ordem alfabética a partir do número 4); já para a Itália de 1978 e 1982, além dos blocos tradicionais de defensores, meio-campistas e atacantes, havia um só para alas, posicionado antes do ataque.

O próprio Brasil testou esse sistema em 1966, com exceções para os goleiros e Pelé. E com exceções aqui e ali (veja mais abaixo), a Itália usou este sistema até 1998.

Antiguidade na equipe

Existem duas formas bem diferentes de proceder com a numeração por antiguidade na equipe. A Escócia, na Copa de 1990, foi pela via mais direta: à exceção dos goleiros, os demais jogadores foram numerados sequencialmente de quem tinha mais convocações para quem tinha menos. Assim, o experiente Alex McLeish, 69 partidas pela seleção, ficou com a camisa 2; os novatos Robert Fleck e Bryan Gunn, apenas uma partida cada, ficaram com as camisas 21 e 22.

Já a Espanha usa há algum tempo o sistema de que o jogador mais antigo escolhe o número primeiro, e assim vai sendo feito até chegar a vez dos calouros pegarem a camisa que sobrou. Esse sistema, que seguramente foi usado ainda na Copa de 2010, mas pode ser que ainda o seja, gera menos inconsistências com o padrão clássico espanhol: um defensor que escolhe primeiro costuma pegar número de defensor e assim por diante. Mas não quer dizer que não aconteçam surpresas.

Em 2010 (daí a certeza que o sistema estava em uso), quando chegou a vez dos novatos Pedro (atacante) e Javi Martinez (meio-campista) escolherem suas camisas, só havia sobrado a 2 e a 20. Como Pedro falou, nenhum deles estava empolgado com a chance de usar a 2 e, como ambos tinham a mesma quantidade de jogos pela seleção, a camisa foi decidida no sorteio, ficando a cargo de Pedro.

Por que Pedro não jogou a final daquela Copa com ela, então? Porque Albiol (defensor), que havia subido na lista de ordem de escolha entre a Eurocopa de 2008 e a Copa de 2010 e aproveitou para pular da 2 para a 18, seu número da sorte, se compadeceu e se ofereceu para trocar de lugar com Pedro, permanecendo com a 2.

Observação pessoal: para quem usou a 2 a vida inteira como eu, é triste vê-la tão maltratado como nesse caso.

Sorteio (ou deixa pra Fifa escolher)

Seu time está brigando pelas camisas? Simples, decida a numeração na base da sorte, então. Não sei se foi o único time a usar esse método, mas eu tenho a confirmação de Portugal o usando na Euro de 1984. E se um sorteio pode dar uma numeração completamente aleatória, o engraçado é que o resultado de Portugal parece ter sido proposital, conforme veremos mais abaixo.

Outro caso famoso de numeração aleatória é a seleção brasileira campeã mundial de 1958, que esqueceu de enviar a numeração a tempo para a Fifa que, então, resolveu ela mesma numerar o time brasileiro. O fez muito ao acaso, com o resultado entregando números titulares a jogadores que nem entraram (ex.: Oreco com a 8), colocando nosso goleiro Gilmar com a 3 e, claro, entregando a lendária 10 a Pelé, que dificilmente ganharia essa camisa de outra forma porque chegou ao torneio como reserva.

Mas a Fifa não fez a numeração do Brasil completamente a esmo, diga-se. A camisa 1, de goleiro, foi dada para o goleiro Castilho, que era conhecido porque havia atuado como titular na Copa de 1954.

Quem é exceção?

Em todos os sistemas acima, houve seleções que o adotaram em sua plenitude e outras que abriram exceções. A exceção mais habitual é a dos goleiros: entrega-se a 1 e outras camisas de reservas para eles e segue o modelo proposto para os demais jogadores. Na já equipe da Itália de 1978, por exemplo, havia um goleiro com a 1, outro com a 22 (último número) e outro com a 12, bem no meio do bloco de meio-campistas que ia de 9 a 15, e com ordem alfabética dentro dos blocos, com um minibloco de dois alas entre o meio e o ataque como em 1982.

Na imagem que abre este artigo: a partida entre Argentina e Itália naquele ano foi um choque entre um time alfabético (este sem nenhuma exceção) e outro em bloco com exceção só para os goleiros.

Além disso, capitães ou craques dos times por vezes demandavam (e conseguiam) exceções dos sistemas. Casos famosos são de Cruyff com a 14 em 1974 e Maradona com a 10 em 1982, 1986 e 1990, mas houve diversos outros. Curiosamente, Cruyff seria camisa 1 se tivesse obedecido à ordem alfabética.

Fora a situação do goleiro, uma exceção por posição, as exceções a craques e capitães são um verdadeiro contrassenso lógico. Dentro de sistemas feitos para priorizar a ideia do coletivo, em que ninguém é melhor que ninguém e não há números “titulares”, a exceção diz o exato oposto: “este cara é o dono do time e pode rasgar nosso planejamento”. Se é para ser assim, era melhor seguir com a numeração tradicional.

– Fica com a mesma

Um caso à parte de exceção, porque se configura como um “minissistema” dentro do sistema, é o de equipes que adotaram a prática de que jogadores remanescentes da Copa anterior mantivessem seus números. A Holanda fez isso em 1978 (com os demais sendo numerados sem muito critério) e a Argentina fez isso em 1990 (com os demais sendo numerados alfabeticamente).

E mesmo assim, tiveram aqueles que foram exceção dentro da exceção: pediram, e conseguiram, trocar de camisa de uma Copa para a outra. Exemplo: Ruud Kroll, capitão holandês em 1978, conseguiu mudar da 12 em 1974 para a sua tradicional 5 em 1978. Mas o goleiro Jongbloed se manteve firme com a 8 nos dois torneios.

E se todo esquema fosse renumerado

Dentro dos próprios desenvolvimentos dos sistemas táticos, vimos alguns times que, ao invés de seguirem com uma numeração que incorporava as mudanças de posicionamento de um número, resolvia renumerar todo o sistema de maneira lógica. E também alguns exemplos brasileiros que culminaram num sistema lógico, mas que podem ter sido meramente acidental.

numeros-sistemas-renumerados

Sistemas lógicos postos em prática.¹ Clique na imagem para ampliá-la.

À exceção da Hungria, porém, cujo M-M podia ser descrito como 3-2-5, nos deparamos com uma questão: nenhum deles leva em consideração a divisão natural entre defesa, meio de campo e ataque dos sistemas táticos, como era feito na pirâmide (2-3-5) originalmente. A numeração do 4-2-4 do Brasil incorpora o volante em uma linha defensiva de cinco; as linhas do 4-3-3 do Uruguai consideram duas linhas defensivas distintas, uma só dos zagueiros, outra mesclando laterais e volante; já o 4-3-3 da Holanda, se é perfeito em separar a linha de quatro zagueiros do meio de campo, peca onde todos os demais também pecam: a linha ofensiva incorpora os meias.

Dito isso, fiz um pequeno exercício de como seriam quatro sistemas tradicionais, caso perfeitamente renumerados levando em conta aquilo que se considera uma linha no plano tático: 4-3-3 com um volante, 4-4-2 losango, 3-5-2 com líbero e o mais moderno 4-2-3-1. Em alguns sistemas, as linhas foram corridas da direita para a esquerda, outras considerei a diferença entre quem está atrás e quem está na frente. A ideia foi mostrar as possibilidades lógicas que podem ser implementadas em qualquer esquema.

numeros-sistemas-renumerados-teoria

Exemplos de sistemas lógicos teóricos. Clique na imagem para ampliá-la.

É interessante ver que, à exceção dos números muito no começo ou muito no fim, os outros mudam completamente de lado de acordo com um sistema: por exemplo, numa linha de quatro defensores em linha, o 5 é lateral-esquerdo; numa linha de apenas três defensores, esse número é invertido para a ala-direita.

E como às vezes a gente se surpreende com coisas que aparecem mais para frente na pesquisa, depois de eu já ter preparado este material eu me deparei com equipes que realmente fizeram uma numeração perfeitamente lógica como a proposta acima. Uma delas é a Bélgica, que conseguiu mostrar esse sistema em prática, inclusive com ambas as sutis variações, na sua campanha do vice-campeonato na Euro de 1980.

numeros-belgica-1980

Sistemas lógicos da Bélgica em 1980.² Clique na imagem para ampliá-la.

Outra dessas equipes foi o Estudiantes de 1967, que tinha um 4-3-3 que seguia a linha média da direita para a esquerda, sem se importar com profundidade das posições (como ocorre nas demais linhas). E como exemplo ao lado, a equipe da Colômbia campeã do Torneio de Toulon de 2011 (sub-20), que ia no sentido contrário, contando primeiro a zaga central e depois os laterais, pois estes jogam mais à frente (só que, ao contrário do sistema tradicional do Uruguai, sem colocar o volante entre os laterais na numeração); a mesma situação é vista no meio de campo.

numeros-estudiantes-colombia

Sistemas do Estudiantes em 1967 e da Colômbia sub-20 em 2011.² Clique na imagem para ampliá-la.

Essa linha de zaga pode ocorrer aqui e ali, tendo um exemplo no profissional no Sporting Cristal finalista da Libertadores de 1997 (embora as peças 4-2-3-5, Soto, Asteggiano, Rebosio e Serrano, não tenham sido usados ao mesmo tempo em campo), mas a dificuldade de achar exemplos notáveis, sobretudo na época em que se usava 1-11,³ mostra como alguns exemplos de numerações simples e lógicas teimam em aparecer.

Muitos países na América do Sul têm um 4 na lateral-direita (Argentina, Uruguai e Chile, entre outros); muitos países na Europa têm um 5 na lateral-esquerda (Portugal, Holanda, Bélgica e Suécia, entre outros); mas esses dois pares de lateral e camisa raramente entram em campo juntos.

Outro exemplo de equipe brilhantemente renumerado foi o Benfica de 1983. Mas esse exemplo fica para o próximo e último tópico.

1- O sistema do Brasil de 1962 (provavelmente acidental) é lógico na linha defensiva, mas se fosse mantido evoluiria naturalmente para uma linha ofensiva num 4-3-3 tão lógica como as demais: com o camisa 8 na meia-direita e o camisa 10 recuado na meia-esquerda, se leria da direita para a esquerda a sequência exata de 7 a 11.

2- Assim como em outros exemplos, a numeração usada na realidade diferiu um pouco do sistema criado por motivo de substituição de jogadores. Para a Bélgica de 1980 foi bem pouco mesmo: o goleiro que atuou no torneio usou a camisa 12, com o 1 sendo reserva. Para a Colômbia de 2011, o time foi numerado previamente com uma lógica de 4-3-3 (mostrado acima), mas mudou para uma base mais conservadora de 4-4-2 no Torneio de Toulon, com o 13 (volante) no lugar do 11 (atacante), além de duas trocas dentro da mesma posição, no gol (12 no lugar do 1) e na zaga (18 no lugar do 2); mas no decorrer do torneio, embora nunca tendo usado 1-11 ao mesmo tempo, tanto o quarteto 4-2-3-5 na zaga, quanto o trio de ataque 9-10-11 foram usados em algum momento, este último quando o time precisou ser mais ofensivo ao sair atrás na final.

3- Por que a preferência por buscar isso na época do 1 a 11? Porque atualmente ocorre em muitos elencos o fato de que as linhas simplesmente não se fechariam com a formação de 1 a 11. Um exemplo é o Flamengo em 2021, que joga com apenas dois zagueiros, mas quatro atletas que atuam na posição ocupam os números de 2 a 5: na ordem, Gustavo Henrique, Rodrigo Caio, Léo Pereira e William Arão. Por outro lado, nenhum lateral-direito tem uma numeração baixa para tentarmos remontar um esquema de numeração posicional sem ter que trocar as camisas dos atletas.

O time numerado às avessas

Quando falamos de times que apelaram para numeração sorteada, citamos a seleção portuguesa da Eurocopa de 1984. Mas calhou do sorteio gerar uma numeração muito curiosa, que me fez desconfiar que, pulando o goleiro,¹ tinha sido feita propositalmente ao avesso. Só depois pesquisando que me deparei com depoimentos de jornalistas e jogadores da época confirmando que havia sido feito um sorteio, pois as facções de atletas de Benfica e Porto viviam brigando entre si.

Eis as numerações usadas ao longo da competição (onde Portugal surpreendeu e só caiu para a França de Platini, anfitriã e que viria a ser campeã sofrendo uma virada nas semifinais já na prorrogação), com a adição de substituições relevantes para mostrar onde cada atleta com camisa de 1 a 11 entrava na equipe.

numeros-portugal-1984-real

O único atleta de 1 a 11 que não entrou em nenhum jogo foi o camisa 5, Vermelhinho, mas até ele foi coerente com uma numeração invertida, visto que jogava como meia ou atacante no Porto. Dessa forma, podemos chegar a duas escalações fictícias usando os atletas de 1 a 11, conforme abaixo: a primeira, no 4-3-3, seria mais provável na prática, já a segunda, um 4-1-3-2, colocaria o time em perfeita numeração reversa.

numeros-portugal-1984-ideal

Esse 4-1-3-2 imaginário seria uma escalação improvável por ser extremamente ofensiva (e com algumas adaptações, com a dupla de zaga e um ou outro atacante invertido de lado), mas não absurda já que Portugal chegou a aplicar o 4-2-4 contra a Romênia, em partida que precisava ganhar de qualquer jeito: Manuel Bento; João Pinto, António Pereira, Eurico Gomes e António Veloso; Carlos Manuel; Fernando Gomes, Vermelhinho e Chalana; Rui Jordão e Nené.

Já o terceiro quadro acima foi feito com base no mesmo sistema 4-3-3 com jogadores de 1 a 11 (o mais provável de ser escalado), mas usando os números aos quais os atletas estavam habituados a jogar pela seleção conforme uma fonte jornalística: Jordão (3) costumava usar a 11, Chalana (4) a 10, Nené (2) a 7 e Gomes (6) a 9.

Para preencher o resto do time, usei a numeração usadas no Benfica e no Porto, com uma adaptação aqui e ali de atletas que tinham o mesmo número (como de fato acontecia no ataque, já que o craque Chalana era 9 no Benfica e 10 na seleção). Foi relativamente fácil achar essas numerações porque:

  • Fora Rui Jordão e os dois goleiros reservas, todos os outros da delegação de 20 atletas eram do Benfica (8) ou do Porto (9);
  • Benfica e Porto estiveram envolvidos (ambos sem sucesso) em finais de competições europeias logo antes daquela competição, o que facilita achar esses dados:
    • O Benfica perdeu a Copa da Uefa (atual Liga Europa) para o Anderlecht em 1983;
    • O Porto perdeu a Taça das Taças (ou Recopa) para a Juventus em 1984.

Mais curioso ainda ao fazer esse levantamento foi ver que, nos clubes, sem o curioso sorteio, a numeração não só era bem tradicional, como o Benfica usava um sistema renumerado perfeitamente lógico para seu 4-4-2 (por vezes com os atacantes trocando de lado, mas em que dupla de ataque isso não acontece?).

numeros-benfica-porto

Que sorte Portugal teve nesse sorteio. Ou azar, dependendo do ponto de vista. Mas para a nossa curiosidade, que bom que ele se desenrolou dessa forma, que mereceu até figurar na despedida da segunda parte da nossa série.

1- Na lista de 20 atletas, como ficaram os goleiros com a 1, 12 e 20, temos um bom indício que os goleiros ficaram de fora do sorteio e foram numerados tradicionalmente.

Confira a parte 1 da série: história dos números e dos sistemas de numeração

Leu a série fora de ordem? Sem problema. Na primeira parte dela, contamos a história dos números nas camisas em si e o desenvolvimento dos sistemas de numeração tradicionais em alguns países e, claro, no Brasil.

Confira a parte 3 da série: algumas curiosidades adicionais e reflexão final

Na terceira parte, é hora de vermos curiosidades como camisas com números estranhos, aposentadorias e se existe padrão numérico para reservas, além de olharmos para o futuro.

Atualização – EXTRA: curiosidade de outros esportes


Nota pessoal sobre pouco uso de imagens: em uma série com textos tão longos e de um tema tão visual, eu geralmente usaria bem mais imagens para ilustrar o conteúdo. Não deu, porque devido a um problema técnico, meu arquivo com o texto já finalizado de ambos os artigos foi corrompido. O tempo que dedicaria, então, a ilustrar melhor o texto eu tive que dedicar a reescrevê-lo.


Fontes (usadas em todas as partes da série): 

Neste especial preciso fazer uma menção honrosa ao site Squad Numbers, referência no tema como pode ser comprovado pela enorme quantidade de textos de lá que foram utilizados. E, mais do que fonte, registro que o site é uma verdadeira sugestão de leitura da minha parte.