Projeto Estádios do Brasil em 2014 – BA, PE, SE e AL

Chegamos ao Nordeste! Terra de muitas torcidas apaixonadas e estádios lotados. Mas e a estrutura? Se depender dos projetos, vai ficar boa. Confira o que tem tudo (ou não) para sair do papel nesta nossa primeira escala.

Bahia

A queda das arquibancadas da Fonte Nova mataram 7 pessoas. Uma tragédia que só seria pior se nada fosse aprendido dela. O cuidado com a estrutura dos estádios do Brasil, felizmente, ficou maior. E a metade de Salvador que ficou sem casa naquele dia ganhou dois presentes: o reformado Pituaçu e a “Nova Fonte Nova”. Ah, claro, e o Barradão ainda vai bem, obrigado.

 

– Fonte Nova (estádio da Copa)

Onde? Salvador

Recorde de público: 110.438 (Bahia 2 x 1 Fluminense, 1988)

Capacidade antes da demolição: 80.000

Capacidade após a reforma: 55.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Alta (obras em andamento)

 

Outros estádios

– Barradão (Salvador): estádio do Vitória, figura carimbada da série A, o Barradão tem capacidade atual para 35.000 pessoas.

– Pituaçu (Salvador): reformado após a tragédia da Fonte Nova para receber o Bahia, o Pituaçu comporta bem hoje 32.000 pessoas.

– Jóia da Princesa (Feira de Santana): o principal estádio do interior, o estádio de Feira de Santana tem capacidade para 16.000 pessoas e não fica muito distante da capital.

– Mário Pessoa (Ilhéus): principal estádio do litoral sul, só recebe 7.000 pessoas em seus jogos.

– Carneirão (Alagoinhas): principal, este, do litoral norte, tem capacidade para 12.000 espectadores.

– Lomantão (Vitória da Conquista): com capacidade para 12.500 pessoas, o estádio é um dos principais do sertão baiano.

 

Pernambuco

Recife tem 3 estádios, mas o Comitê Local da Copa descartou todos e vai investir em um estádio novo, relativamente longe do centro da capital pernambucana. A pergunta fica: quem vai jogar lá depois da Copa? Enquanto Santa Cruz e Sport pensam em ampliar seus campos próprios (embora ainda estejam no campo da especulação), o principal candidato para salvar a Arena Pernambuco do ostracismo é o Náutico, que não tem como ampliar os Aflitos por causa do seu entorno. Outro projeto, mais modesto e prático, é a ampliação do estádio de Salgueiro, que sai este ano com a ida do time homônimo para a série B.

 

– Arena Pernambuco (estádio da Copa)

Onde? São Lourenço da Mata (RM Recife)

Capacidade após a construção: 46.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Média-Alta (obras atrasadas devido a entraves ecológicos e arqueológicos)

 

– Arruda

Onde? Recife

Recorde de público: 96.200 (Brasil 6 x 0 Bolívia, 1993)

Capacidade atual: 60.000

Capacidade após a reforma: 68.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Baixa (o projeto é conhecido há bastante tempo, assim como a crise financeira do Santa Cruz)

 

– Ilha do Retiro (palco da Copa de 1950)

Onde? Recife

Recorde de público: 56.875 (Sport 2 x 0 Porto, 1998)

Capacidade atual: 35.000

Capacidade após a reforma: 45.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Média-baixa (em negociação com empresários, porém nada definido ainda)

 

Outros estádios

– Aflitos (Recife): com capacidade atual de 22.000 pessoas, o estádio do Náutico fica em área nobre e não tem espaço para ampliação, o que reforça os boatos de que o clube se mudará para a Arena Pernambuco após a Copa (que passaria a se chamar Arena Capibaribe).

– Lacerdão (Caruraru): maior do interior, o estádio de Caruaru recebe até 15.000 pessoas.

– Salgueirão (Salgueiro): com capacidade para 5.000 pessoas, o estádio passará por uma reforma rápida para receber 14.000 espectadores, já que o Salgueiro subiu para a Série B do Brasileirão 2011.

 

Sergipe

Candidato a subsede da Copa e passando por várias obras de infraestrutura, Sergipe voltou suas atenções para o Batistão, principal estádio de Aracaju. Se sair do papel, será um bom presente para a cidade, visto que nenhum estádio no estado tem capacidade para 20.000 pessoas.

 

– Batistão

Onde? Aracaju

Recorde de público: 45.058 (Seleção SE 2 x 8 Brasil, 1969)

Capacidade atual: 14.000

Capacidade após a reforma: 30.000

Categoria (após a reforma): Atende bem às necessidades locais

Possibilidade de sair do papel: Média (empresa responsável pelo projeto contratada pelo Governo de Sergipe)

 

Outros estádios

– João Hora (Aracaju): estádio do Sergipe, tem capacidade para 6.000 pessoas.

– Sabino Ribeiro (Aracaju): de propriedade do Confiança, também tem capacidade limitada de 4.000.

– Presidente Médici (Itabaiana): maior do interior do estado, tem capacidade razoável (11.000 pessoas).

– Barretão (Lagarto): casa do Lagartense, recebe até 8.000 pessoas.

 

Alagoas

Ao concorrer a ser sede da Copa, Maceió deixou claro: só construiria a moderna e grande Arena Zagallo se fosse escolhida. Não foi, então levar o projeto adiante é quase impensável. Até porque o Rei Pelé é um ótimo estádio, mais que suficiente para o futebol alagoano e para suas novas pretensões de ser subsede. Ah, vale o destaque para a recente reforma do estádio de Arapiraca, com a ida do ASA para a série B.

 

– Arena Zagallo

Onde? Maceió

Capacidade após a construção: 45.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Baixa (abandonado após Maceió ser preterida como sede para 2014 pelo Estádio Rei Pelé atender à cidade)

 

Outros estádios

– Rei Pelé (Maceió): quando foi remodelado em 1992, foi considerado o mais moderno do Brasil, e até hoje tem alto conceito. Já comportou mais de 40.000 pessoas, hoje atende a 26.000; mais do que suficiente para as necessidades de Maceió.

– Nelsão (Maceió): segundo estádio da capital, com capacidade para 5.000 pessoas.

– Fumeirão (Arapiraca): com o acesso do ASA à Série B de 2010, o maior do interior foi reformado, e hoje atende a 17.000 espectadores.

– Gérson Amaral (Coruripe): outro importante estádio do interior, atende a 7.000 pessoas.

 

Chegamos ao Nordeste! Terra de muitas torcidas apaixonadas e estádios lotados. Mas e a estrutura? Se depender dos projetos, vai ficar boa. Confira o que tem tudo (ou não) para sair do papel nesta nossa primeira escala.

 

Bahia

A queda das arquibancadas da Fonte Nova mataram 7 pessoas. Uma tragédia que só seria pior se nada fosse aprendido dela. O cuidado com a estrutura dos estádios do Brasil, felizmente, ficou maior. E a metade de Salvador que ficou sem casa naquele dia ganhou dois presentes: o reformado Pituaçu e a “Nova Fonte Nova”. Ah, claro, e o Barradão ainda vai bem, obrigado.

 

– Fonte Nova (estádio da Copa)

Onde? Salvador

Recorde de público: 110.438 (Bahia 2 x 1 Fluminense, 1988)

Capacidade antes da demolição: 80.000

Capacidade após a reforma: 55.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Alta (obras em andamento)

 

Outros estádios

– Barradão (Salvador): estádio do Vitória, figura carimbada da série A, o Barradão tem capacidade atual para 35.000 pessoas.

– Pituaçu (Salvador): reformado após a tragédia da Fonte Nova para receber o Bahia, o Pituaçu comporta bem hoje 32.000 pessoas.

– Jóia da Princesa (Feira de Santana): o principal estádio do interior, o estádio de Feira de Santana tem capacidade para 16.000 pessoas e não fica muito distante da capital.

– Mário Pessoa (Ilhéus): principal estádio do litoral sul, só recebe 7.000 pessoas em seus jogos.

– Carneirão (Alagoinhas): principal, este, do litoral norte, tem capacidade para 12.000 espectadores.

– Lombatão (Vitória da Conquista): com capacidade para 12.500 pessoas, o estádio é um dos principais do sertão baiano.

 

Pernambuco

Recife tem 3 estádios, mas o Comitê Local da Copa descartou todos e vai investir em um estádio novo, relativamente longe do centro da capital pernambucana. A pergunta fica: quem vai jogar lá depois da Copa? Enquanto Santa Cruz e Sport pensam em ampliar seus campos próprios (embora ainda estejam no campo da especulação), o principal candidato para salvar a Arena Pernambuco do ostracismo é o Náutico, que não tem como ampliar os Aflitos por causa do seu entorno. Outro projeto, mais modesto e prático, é a ampliação do estádio de Salgueiro, que sai este ano com a ida do time homônimo para a série B.

 

– Arena Pernambuco (estádio da Copa)

Onde? São Lourenço da Mata (RM Recife)

Capacidade após a construção: 46.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Média-Alta (obras atrasadas devido a entraves ecológicos e arqueológicos)

 

– Arruda

Onde? Recife

Recorde de público: 96.200 (Brasil 6 x 0 Bolívia, 1993)

Capacidade atual: 60.000

Capacidade após a reforma: 68.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Baixa (o projeto é conhecido há bastante tempo, assim como a crise financeira do Santa Cruz)

 

– Ilha do Retiro (palco da Copa de 1950)

Onde? Recife

Recorde de público: 56.875 (Sport 2 x 0 Porto, 1998)

Capacidade atual: 35.000

Capacidade após a reforma: 45.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Média-baixa (em negociação com empresários, porém nada definido ainda)

 

Outros estádios

– Aflitos (Recife): com capacidade atual de 22.000 pessoas, o estádio do Náutico fica em área nobre e não tem espaço para ampliação, o que reforça os boatos de que o clube se mudará para a Arena Pernambuco após a Copa (que passaria a se chamar Arena Capibaribe).

– Lacerdão (Caruraru): maior do interior, o estádio de Caruaru recebe até 15.000 pessoas.

– Salgueirão (Salgueiro): com capacidade para 5.000 pessoas, o estádio passará por uma reforma rápida para receber 14.000 espectadores, já que o Salgueiro subiu para a Série B do Brasileirão 2011.

 

Sergipe

Candidato a subsede da Copa e passando por várias obras de infraestrutura, Sergipe voltou suas atenções para o Batistão, principal estádio de Aracaju. Se sair do papel, será um bom presente para a cidade, visto que nenhum estádio no estado tem capacidade para 20.000 pessoas.

 

– Batistão

Onde? Aracaju

Recorde de público: 45.058 (Seleção SE 2 x 8 Brasil, 1969)

Capacidade atual: 14.000

Capacidade após a reforma: 30.000

Categoria (após a reforma): Atende bem às necessidades locais

Possibilidade de sair do papel: Média (empresa responsável pelo projeto contratada pelo Governo de Sergipe)

 

Outros estádios

– João Hora (Aracaju): estádio do Sergipe, tem capacidade para 6.000 pessoas.

– Sabino Ribeiro (Aracaju): de propriedade do Confiança, também tem capacidade limitada de 4.000.

– Presidente Médici (Itabaiana): maior do interior do estado, tem capacidade razoável (11.000 pessoas).

– Barretão (Lagarto): casa do Lagartense, recebe até 8.000 pessoas.

 

Alagoas

Ao concorrer a ser sede da Copa, Maceió deixou claro: só construiria a moderna e grande Arena Zagallo se fosse escolhida. Não foi, então levar o projeto adiante é quase impensável. Até porque o Rei Pelé é um ótimo estádio, mais que suficiente para o futebol alagoano e para suas novas pretensões de ser subsede. Ah, vale o destaque para a recente reforma do estádio de Arapiraca, com a ida do ASA para a série B.

 

– Arena Zagallo

Onde? Maceió

Capacidade após a construção: 45.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Baixa (abandonado após Maceió ser preterida como sede para 2014 pelo Estádio Rei Pelé atender à cidade)

 

Outros estádios

– Rei Pelé (Maceió): quando foi remodelado em 1992, foi considerado o mais moderno do Brasil, e até hoje tem alto conceito. Já comportou mais de 40.000 pessoas, hoje atende a 26.000; mais do que suficiente para as necessidades de Maceió.

– Nelsão (Maceió): segundo estádio da capital, com capacidade para 5.000 pessoas.

– Fumeirão (Arapiraca): com o acesso do ASA à Série B de 2010, o maior do interior foi reformado, e hoje atende a 17.000 espectadores.

– Gérson Amaral (Coruripe): outro importante estádio do interior, atende a 7.000 pessoas.

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Uma resposta to “Projeto Estádios do Brasil em 2014 – BA, PE, SE e AL”

  1. Marcus Vinicius Nogueira Neves Says:

    Estadio do Bahia está vindo aee!!!!
    Em breve.

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