Projeto Estádios do Brasil em 2014 – SP

Projeção do Novo Palestra Itália: sem depender da Copa, é a reforma mais certa de estádios em São Paulo.

De longe o estado com a maior rede de estádios do Brasil, a cidade de São Paulo merecia um novo estádio de ponta (o Morumbi realmente tem grandes problemas de acesso, com todas as entradas pela mesma rua). Bom, então nada melhor do que o anúncio de que pode ganhar até 4 de uma só vez. Confira agora os planos de São Paulo para 2014 e depois.

– Morumbi

Onde? São Paulo

Recorde de público: 146.082 (Corinthians 1 x 2 Ponte Preta, 1977)

Capacidade atual: 67.428

Capacidade após a reforma: 67.500

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Média

O São Paulo é um clube com apelo para um estádio mais moderno e afirmou que realizará as reformas mesmo sem receber a Copa, mas o projeto ainda não tem data para sair do papel.

 

– Palestra Itália

Onde? São Paulo

Recorde de público: 40.283 (Palmeiras 1 x 0 XV de Piracicaba, 1976)

Capacidade atual: 27.650

Capacidade após a reforma: 45.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Alta (obras em andamento, sempre independentes de qualquer possibilidade de receber a Copa)

– Canindé

Onde? São Paulo

Recorde de público: 25.312 (Portuguesa 0 x 1 Cruzeiro, 1998)

Capacidade atual: 21.000

Capacidade após a reforma: 40.000

Categoria (após a reforma): Nível alto

Possibilidade de sair do papel: Baixa

A Portuguesa não demanda um estádio tão grande e, após ser preterida da Copa de 2014, se torna mais difícil pensar numa reforma tão ampla para o Canindé.

– Vila Belmiro

Onde? Santos

Recorde de público: 32.989 (Santos 0 x 0 Corinthians, 1964)

Capacidade atual: 21.256

Capacidade após a reforma: 40.000

Categoria (após a reforma): Nível alto

Possibilidade de sair do papel: Baixa (e média, veja abaixo o porquê)

O Santos demanda um estádio maior e planejamento da ampliação da Vila está sempre em pauta para poder receber lá todas as fases de Libertadores, por exemplo. Mas a Vila está espremida no seu bairro, esbarrando em vários entraves urbanísticos. Há quem discuta dentro do Santos fazer um novo estádio, o que seria mais viável (daí o “média” de antes).

– Moisés Lucarelli

Onde? Campinas

Recorde de público: 37.274 (Ponte Preta 1 x 0 São Paulo, 1978)

Capacidade atual: 19.000

Capacidade após a reforma: 30.000

Categoria (após a reforma): Nível alto

Possibilidade de sair do papel: Média

Na verdade não é exatamente uma reforma. A Ponte Preta está perto de vender seu estádio atual para uma construtora que irá construir um shopping no local, mas em troca erguerá a nova Arena Ponte Preta.

– Arena Itaquera (novo estádio para a Copa)

Onde? São Paulo

Capacidade prevista: 65.000

Categoria (após a reforma): Estádio de ponta

Possibilidade de sair do papel: Alta

Embora ainda em projeto, alguém acredita que São Paulo ficará fora da Copa?

Outros estádios:

– Pacaembu (São Paulo): com capacidade para 37.000 pessoas, palco da Copa de 1950 (inclusive da fase final), o Pacaembu não tem um futuro muito promissor. Tombado, não permite reformas de modernização estruturais, como chegou a ser cogitado para a Copa. E com as novas arenas de Palmeiras e Corinthians, deve cair no desuso.

 

A reforma do Pacaembu como vista acima já está quase descartada. E fica a pergunta: após 2014, quem vai jogar lá?

– Arena Barueri (Barueri): um estádio moderno para 35.000 na região metropolitana de São Paulo. A Arena só carece de cobertura nas suas arquibancadas (o que já está previsto para a sua próxima fase de reformas), mas atende com sobra até as equipes grandes quando precisam.

 

Não incluímos Barueri nos grandes projetos para 2014 porque sua cobertura já está prevista no projeto atual do estádio.

– Brinco de Ouro (Campinas): com capacidade para 35.000 pessoas, o Brinco de Ouro já recebeu finais do Brasileirão. Não é um estádio dos mais modernos, mas atualmente atende às demandas do Guarani, que dificilmente teria dinheiro para uma grande reforma.

– Bruno José Daniel (Santo André): estádio para 15.000 pessoas, o Bruno José Daniel atende bem a Santo André e é uma das opções para os clubes paulistas, embora a Arena Barueri tenha preenchido está lacuna.

– Anacleto Campanella (São Caetano do Sul): estádio que já recebeu uma final de Libertadores, atende bem ao São Caetano mas é acanhado (16.000), nunca foi visto como opção pelos grandes.

– Nabi Abi Chedid, ex-Marcelo Stéfani (Bragança Paulista): estádio que já recebeu uma decisão de Brasileiro, hoje só tem espaço para 13.000 pessoas.

– Jayme Cintra (Jundiaí): estádio de final de Copa do Brasil, atende a 15.000 pessoas.

– Santa Cruz (Ribeirão Preto): estádio que já recebeu a Seleção Brasileira e mais de 60.000 pessoas, tem hoje sua capacidade reduzida para 28.000.

– Prudentão (Presidente Prudente): opção freqüente quando os grandes jogam no interior, o Prudentão não é moderno (e tem arquitetura esquisita), mas comporta grande público de quase 45.000 pessoas.

– Teixeirão (São José do Rio Preto): também já foi palco da Seleção Brasileira e pode comportar até 32.000 pessoas.

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