Filosofias da Bola – n° 6 (especial Copa de 1950)

“Os brasileiros não são favoritos. Nossos mais sérios competidores acham-se bem preparados” (Flávio Costa, técnico do Brasil, antes da Copa)

“Estes são os campeões do mundo” (Manchete do Jornal O Mundo, antes do jogo contra o Uruguai)

“O silêncio após o nosso gol foi algo de terrível. O estádio estava morto, e eu pensei: o Brasil não vai ganhar” (Máspoli, goleiro uruguaio)

“Não gostei de ver aqueles 200 mil torcedores tristes; não gostei de ver o Rio às escuras e sem carnaval. É a vida. Era campeão e não sentia uma total alegria pelo feito” (Obdulio Varela, capitão uruguaio)

“Quando mister Reader (árbitro) apitou o final da partida, olhei para o lado e vi o Obdulio feito um louco, dando cambalhotas. Tive muita vontade de chutá-lo” (Zizinho, craque brasileiro)

“Tudo estava previsto, menos a vitória do Uruguai” (Jules Rimet, então presidente da FIFA)

“Foi uma casualidade termos roubado o título do Brasil. Coisas assim acontecem só uma vez.” (Obdulio Varela, capitão uruguaio)

“Deixei de acreditar em Deus no dia em que vi o Brasil perder a Copa do Mundo no Maracanã” (Carlos Heitor Cony, escritor e jornalista)

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2 Respostas to “Filosofias da Bola – n° 6 (especial Copa de 1950)”

  1. Ismael Says:

    Por acaso não seria Carlos Heitor Cony?

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