Maratona pré-Copa

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O que eu vi (e o que recomendo) no streaming

Os canais de Youtube e empresas de streaming investiram pesado em produções para aproveitar o hype da Copa do Mundo de 2022. Confira na sequência a análise de algumas delas que assisti nos últimos dias. Séries sobre Copa no Catar, história do futebol e muita corrupção.

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O futebolverso da Nike

Mas pode chamar de “Ronaldoverso”

Mesmo sendo publicitário (ou talvez por isso mesmo, por já ter que lidar com propaganda diariamente), fazia tempo que não postava um comercial por aqui. Mas o VT da Nike para a Copa de 2022 vale a pena. Ele é o gancho para você acessar o site da campanha, com games, informações e, claro, vendas, numa verdadeira ação multiplataforma. Mas ele, por si só, já vale muito.

P.S.: repararam como as ações das marcas para a Copa têm fugido de se associar a qualquer coisa relacionada ao Catar em si?

Vídeos: cabeçadas, políticas e amarelinha

E se baníssemos as cabeçadas

Já é fato notório que cabecear a bola durante uma vida profissional não é nada saudável para os atletas. Nesse vídeo, o canal Tifo Football reflete sobre como banir o uso da cabeça impactaria no jogo.


Quais políticas são aceitas no futebol

Que futebol e política se misturam, não restam dúvidas. Mas o canal HITC Sevens mostra como se forma o consenso social entre o que é considerável aceitável ou não no esporte.


O sequestro da amarelinha pela direita

Essa é fato notório. O interessante, aqui, é ver como um canal estrangeiro aborda o tema. No caso, quem mexeu na ferida foi a DW Kick-Off (que é alemã, mas produz conteúdo online em inglês).


Nota: como tem sido difícil atualizar o blog com produção original, os vídeos que sigo tem sido uma forma de manter uma atualização.

Três vídeos da semana

Uma reflexão sobre pênaltis

O tiro penal é uma punição justa? Sim, a pergunta do Tifo é sobre o pênalti individual, não sobre as disputas por pênaltis como desempate.


IA e robótica nos esportes

Como inteligência artificial e robótica certamente vão impactar o jogo, mas dificilmente vão substituir os atletas, segundo o Athletic Interest.


Excesso de jogos no calendário: é isso tudo mesmo?

O canal HITC Sevens faz uma análise de como o calendário cada vez mais apertado impacta no futebol: do desempenho, às disputas políticas.

A Copa dos árabes

A expectativa dos árabes pela Copa

Não faltam polêmicas relacionadas à Copa do Mundo no Catar e a Fifa, se fosse séria, jamais teria dado o direito de sediar o torneio ao país. Mas a DW Kick Off traz um lado muito menos falado da história: o orgulho dos árabes de diversos países, um povo muito apaixonado por futebol, de um país árabe finalmente receber o torneio.

Ao ver esse vídeo eu mudo de opinião? Claro que não, até porque existiam outros países árabes mais aptos a fazer um bom papel ao sediar o evento. Bem como o orgulho árabe não justifica as vidas perdidas nas obras do estádio, nem de perto. Mas vale sempre a reflexão e olhar outro ponto de vista na conversa.

Partiu, Guayaquil!

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Opinião: Libertadores ainda é, sim, da América (do Sul)

Recentemente, um dirigente do Flamengo questionou a escolha de Guayaquil como sede da final em jogo único da Libertadores, citando a dificuldade de deslocamento para a torcida e os altos custos da viagem. Sugeriu fazer edições nos Estados Unidos e Europa, dizendo que seria até mais barato para o torcedor ir. Até aí ele até pode ter razão, mas se a verdadeira preocupação fosse com o torcedor, a solução lógica seria voltar às finais em ida e volta.

Como já defendi antes, a Libertadores não é Liga dos Campeões, e certamente a América do Sul não é a Europa. Deslocamentos são mais difíceis e mais caros por aqui. Se a final entre Athletico Paranaense e Flamengo, mesmo com os exorbitantes preços de ingressos acima de R$ 1 mil (o que em si é fora da realidade do nosso continente), fosse em jogos em Curitiba e Rio, ao menos o alto custo de traslado e hospedagem de grande parte da torcida seria tirado da conta.

Mas, se é para ter jogo único, que na América do Sul seja. E América do Sul não se resume a Brasil, Argentina e o Uruguai que fica entre eles. Enquanto esse sistema de jogo único existir, que tenhamos finais em Guayaquil, Assunção, Barranquilla, Maracaibo, quiçá até em La Paz. Esse é o nosso continente. Muito melhor que jogar em Madri numa nova edição da “Copa Colonizadores da América” como em 2018.

Comemoração em checagem

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Curtinha: um torcedor da era VAR

Moro em condomínio de prédios e um dos meus vizinhos (que não sei quem é, nem de qual apartamento) é o retrato do torcedor moderno. Flamenguista, ele grita “MENGO” na janela quando o rubro-negro marca um gol, como tantos outros por aí. A diferença é que ele não grita quando a bola cruza a linha, e sim quando o árbitro autoriza o reinício do jogo no meio de campo.

Ele aguarda a checagem do VAR para comemorar.

No futebol, o que é jogar melhor?

Um papo filosófico sobre jogar melhor, merecimento e justiça

O canal inglês Tifo Football publicou ontem o vídeo acima fazendo uma análise sobre o que se denomina “futebol negativo”, aproveitando para analisar sua eficácia e a eterna pergunta: existe um jeito certo de jogar futebol?

Esse vídeo chegou num momento bem curioso, pouco depois de eu ter um bom debate com meu amigo Fábio Ramaldes sobre o que é merecimento e justiça dentro de um jogo de futebol. Confira um pouco mais sobre esse papo na sequência.

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A base nos Estados Unidos

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Pedagogia primeiro, competitividade depois

Pegando como gancho a liberação dos testes pela Ifab para proibir cabeçadas em jogos para menores de 12 anos, venho compartilhar um tema que já estava na gaveta para eu postar há algum tempo: a metodologia completamente distinta com que as federações de futebol nos Estados Unidos lidam com a prática esportiva para crianças.

Confira algumas das diferenças e prós e contras na sequência.

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